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Santa Casa BH comemora 120 anos de atendimento à população mineira

10/02/2019

     

2019 é um marco para a Santa Casa BH (SCBH). Fundada em 1889, a primeira instituição de saúde da cidade completa, no dia 21 de maio, 120 anos de serviços bem prestados à população. Por ano, são realizados cerca de 2,6 milhões de atendimentos: mais de 25 mil cirurgias, 421 mil consultas, 2,1 milhões de exames e 40 mil internações.  Ocupando posição de destaque no cenário nacional das entidades filantrópicas de saúde e no ensino médico, a SCBH abriga modernas unidades de tratamento, atua em 35 especialidades médicas e possui 1.086 leitos para atendimento exclusivo aos usuários do SUS, sendo 170 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) – o maior número de leitos em um único local, no País. Referência nacional, o Centro de Admissão e Diagnóstico Inicial (CADI) do hospital está entre os melhores do Brasil.

Durante o ano, estão programados diversos eventos, mas a melhor forma de comemorar essa data é salvando vidas. No começo de janeiro, o hospital realizou com sucesso seu primeiro transplante cardíaco e devolveu a vida ao Sr. José Valter Ferreira Nascimento, de 64 anos, que lutava contra a doença de chagas desde 2015. Esse também é o ano de se preparar para novos desafios, como a criação do Instituto de Oncologia, do Centro de Memórias e da Faculdade Santa Casa BH.

A instituição é referência nacional nos atendimentos de média e alta complexidade. É a que mais realiza, em Minas Gerais, cirurgias do aparelho circulatório e digestivo, do sistema nervoso central e periférico e da mama, além de cirurgia cardiovascular para adultos e crianças. É o primeiro hospital do Estado em número de atendimentos oncológicos, cirurgia oncológica pediátrica, radioterapia e quimioterapia para crianças e adolescentes de até 17 anos.

Considerado o maior hospital transplantador de Minas Gerais, a SCBH oferece transplantes de fígado, rim, córnea, medula óssea, ossos e coração. Executa, também, a captação de múltiplos órgãos, coletas de medula óssea e células tronco periféricas para o banco do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). A instituição também se organiza para oferecer à população mais um tipo de transplante: o de pulmão, que atualmente não é realizado por nenhum hospital no Estado.