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Santa Casa BH é avaliada como uma das 300 melhores empresas do País

22/08/2017

     

A Santa Casa BH, hospital 100% SUS, mais uma vez colhe resultados de sua eficiência em gestão. A maior unidade hospitalar filantrópica de Minas Gerais figura entre as 300 melhores empresas do País, após avaliação nos quesitos: governança corporativa, capacidade de inovar, responsabilidade socioambiental, visão de futuro e práticas de RH.

O ranking foi definido pelo Guia Época Negócios 360° 2017, em parceria com a Fundação Dom Cabral e Boa Vista SCPC, e está disponível nas bancas, neste mês de agosto. “A avaliação foi feita com base em questionário enviado às empresas. Todo o processo foi feito pela internet, com controles para garantir a segurança dos dados”, afirma a publicação. 

No ranking geral do Guia, a Santa Casa BH ocupa a posição 277. Verificando separadamente cada um dos quesitos avaliados, o maior hospital filantrópico de Minas Gerais figura em posições que o colocam entre as 250 melhores empresas do Brasil: governança corporativa (posição 233); capacidade de inovar (posição 222); visão de futuro (posição 226); práticas de RH (posição 203); responsabilidade socioambiental (posição 146).

Para o provedor/presidente da Santa Casa BH, Saulo Levindo Coelho, o reconhecimento é resultado da busca por desenvolvimento contínuo. “Honrando nosso passado como primeira unidade hospitalar de Belo Horizonte [118 anos], temos o compromisso de buscar sempre a profissionalização da gestão e a qualificação da assistência, para continuarmos à frente de nosso tempo”, afirma.

Critérios para avaliação em cada dimensão

Para o item “responsabilidade socioambiental”, foram avaliados os cuidados tomados pela empresa para evitar ou diminuir os riscos que suas atividades possam provocar ao ambiente (como geração de resíduos) nos processos internos e em todo o ciclo de vida útil dos produtos. E as ações em relação a questões sociais, caso da inclusão e ascensão de pessoas de renda mais baixa.

Para avaliar a “governança corporativa”, o Guia pesquisou informações sobre a composição e atuação dos conselhos, a forma de comunicação com vários públicos, o cumprimento de exigências legais e a conduta nos negócios.

O principal critério do item “visão de futuro” foi o planejamento estratégico, considerando as ferramentas e métodos de gestão, além de fatores financeiros, ambientais e sociais, entre outros.

Para avaliar a “capacidade de inovar”, a pesquisa analisou quanto e como a empresa investe em inovação, qual estrutura formal, quais as metodologias, processos e métricas.     

As “práticas de RH” receberam avaliação de acordo com a formação dos quadros da empresa – do recrutamento, seleção e diversidade aos programas de treinamento. São avaliados também planos de carreira e outras formas de reter talentos, assim como o cuidado com a saúde e segurança no trabalho.